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Greve da PM na Bahia

07/02/2012

A greve da Polícia Militar na Bahia é mais um episódio em que interesses escusos se imiscuem em uma causa justa e superam o que realmente importa: melhores condições salariais e de trabalho para os policiais, que arriscam (os bons) a vida diariamente na defesa da sociedade.

Basta ver a ficha do líder da greve Marcos Prisco. Uma greve de policiais comandada por um ex-policial, que ainda é presidente de uma associação sem relevância representativa cujo objetivo principal é insuflar os praças à insubordinação?

Além disso, os atentados a veículos coletivos têm o objetivo de aumentar o caos na segurança da sociedade baiana e deixam forte suspeita de autoria sobre os grevistas. Ao invés de trazer a população para o seu lado, ocorre exatamente o oposto.

O governador Jacques Wagner agora toma do próprio e amargo remédio, pois, quando oposição, apoiou o movimento grevista sob a tutela de Lula.

O pleito dos policiais por melhores condições é justo, mas o método é completamente reprovável. Ocupação armada de prédios públicos, utilizando-se de mulheres e crianças como escudo, enquanto a taxa de homicídios sobe absurdamente em hipótese alguma é a melhor maneira de se alcançar os objetivos dos policiais.

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From → Política

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