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Quem sabe?

10/07/2011

Foi noticiado que o Vice-Presidente da República, Michel Temer, foi vítima de uma tentativa de roubo. Seus seguranças agiram a tempo de evitar a conclusão do crime. Na fuga, o bandido deixou sua arma de brinquedo para trás.

Quem sabe se os bandidos fossem bem sucedidos em seus crimes contra as autoridades e membros das classes mais abastadas, a política nacional de combate à violência não se limitaria a berros esporádicos sobre enrijecimento penal e ao absurdo de se combater a criminalidade reduzindo penas e dificultando a aplicação da justiça.

Exemplo de como funciona a mentalidade do legislador penal brasileiro é o combate ao tráfico de drogas. Combate-se o traficante, mas não o usuário, cuja pena se restringe à medidas educativas e prestação de serviços comunitários, além, pasme-se, de uma temível advertência sobre os efeitos das drogas, conforme o art. 28 e incisos da lei nº 11.343/06.

“Os políticos não conhecem nem o ódio, nem o amor. São conduzidos pelo interesse e não pelo sentimento.”

(Philip Stanhope, 4º Conde de Chesterfield, 1694-1773, escritor e político inglês.)

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From → Política

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